COLÉGIO AMERICANO BATISTA
   

  Família-Escola: relação nota dez
[2010-03-01]

Um dos valores defendidos pelo Colégio Americano Batista é a participação efetiva da família na escola, como peça fundamental para a formação do aluno como indivíduo. Por isso, o CAB incentiva os pais a acompanharem de perto o rendimento dos filhos, pois o apoio da família tem relação direta com o nível de aprendizagem. “O estudante bem assessorado fica mais seguro para enfrentar desafios, avançar no conhecimento e desenvolver habilidades. Esse apoio é fundamental é vai refletir em toda a vida escolar”, salienta a coordenadora da educação infantil e ensino fundamental I, Válkia Chitunda.

 

iÉ exatamente com as crianças que os pais devem estar mais atentos, porque elas ainda não têm autonomia para encarar os estudos sozinhas. Em casa, é importante conferir os avisos enviados através da agenda escolar e reservar um período para orientar as tarefas mandadas pelas professoras. “Os pais não têm a obrigação de ensinar, porque isso compete à escola. Mas são eles que sinalizam algumas dificuldades”, completa Válkia. Os eventos realizados pelo CAB e encontros com os pais também são oportunidades para marcar presença e estreitar os laços com a colégio. Um deles é o Plantão Pedagógico, quando os pais são atendidos diretamente pelos professores.

 

Quando vão crescendo, as crianças precisam de um pouco mais de liberdade, para assumir a responsabilidade com os estudos. “Nas 3ª e 4ª séries é importante que a criança saiba expor suas dúvidas e fazer questionamentos à professora. Os pais continuam monitorando, sendo parceiros do colégio, mas já devem começar a soltar os filhos para que ele dê os próprios passos”, explica a orientadora educacional Seir Naára Barbosa. O Serviço de Orientação Educacional (SOE), inclusive, é oferecido pelo CAB para todos os graus escolares.

 

No fundamental II, quem assume o SOE é a psicóloga Edilene Carvalho, que desde o início do ano incentiva os alunos a separarem um período diário para revisar a matéria do dia e preparar-se para as avaliações. “Cada estudante está livre para escolher o horário em que esteja mais disposto para estudar. Não são os pais que devem determinar esse tempo, porque o estudante acaba fazendo à contragosto. Para uns pode ser à tarde. Para outros, à noite. Depende do ritmo de cada um”, informa. Segundo ela, cabe aos familiares acompanharem se o aluno está cumprindo o cronograma de estudos e criar um ambiente propício para a concentração. “Nessa idade, os pais também podem sentar com os filhos e esclarecer dúvidas sobre as disciplinas”, aconselha.

 

Quando chega ao ensino médio, a pressão é para conseguir um bom desempenho no vestibular. São mais assuntos e mais horas de estudo. Uma isolada aqui, um simulado ali. É hora de compreender e incentivar. Primeiro, o estudante precisa estar livre para escolher a própria profissão. Uma boa conversa com os pais é muito válida, mas são os filhos que devem escolher o curso. “Cabe aos pais promoverem momentos de relaxamento com a família e os amigos. É preciso estar sensível para saber equilibrar a cobrança e estimular o lazer. Na hora da prova, a tranquilidade vai influenciar no resultado final”, finaliza Edilene. Durante todo o ano, os alunos do ensino médio serão acompanhados pela psicóloga Eliane Albuquerque.

 

IRMÃOS – Para quem tem mais de um filho, as comparações são inevitáveis. É aí que mora o perigo, porque cada estudante tem um ritmo específico e isso precisa ser respeitado. “Sem perceber, a comparação acaba sendo feita e pode trazer um mal estar. O melhor é deixar que cada um vá se desenvolvendo de acordo com as próprias necessidades”, frisa Válkia.

 

iPara Ana Lúcia Garcia, mãe de Lucas (3º ano do fundamental I) e Letícia (1º ano), o contato com a escola é importante para ter o ponto de vista do professor. “Recebi dicas para amenizar a timidez do meu filho, por exemplo, que agora está matriculado no futebol, um esporte coletivo. Essa ideia quem deu foi a professora”, conta. Ela também não dispensa o tempo de estudos com as crianças. “Percebo que eles ficam nervosos com as provas, então eu estudo junto, faço uma espécie de simulado e eles ficam mais calmos. A escola não é a única responsável pela educação. Temos que estar perto para apoiar”, diz.

 



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